sexta-feira, março 31, 2006

Ansiedade

Estou muito ansiosa porque domingo será a eleição. Ai, dá uma sensação de impotência... Mas tudo bem. Fé em Deus e pé na tábua!
Tô cansada e estressada. Minha sala esse ano é bem complicada. Tenho um aluno que só por Deus... TERRÍVEL!!!
Ah, agradar... já decidi que não devo nem quero agradar a todos. E quer saber? Já me sinto bem melhor!!!

quinta-feira, março 30, 2006

Força


É esse tipo de coisa que me faz criar vergonha na cara e fechar a boca de novo...

A propósito, a foto foi do casamento da Simone em dezembro de 2005. Mas não creio que eu tenha emagrecido tanto... Recebi o e-mail com a foto hoje.

quarta-feira, março 29, 2006

Encrenca

É incrível... Quanto mais eu rezo mais assombração me aparece... Eu hein... Humpf...
É incrível o que uma frase dita por acaso, num momento nada a ver, pode modificar tanta coisa.
Algumas pessoas crescem só de tamanho, o cérebro continua funcionando como o de criança, de MATERNAL. PQP...
Errei? Me f... F... alguém?
Acho que não. Às vezes, o que falta para algumas pessoas se desentenderem é só um motivo... pronto... fui o motivo... F... F... tudo...
Agora já era...

segunda-feira, março 27, 2006

Chuva

Finalmente chove, depois de tantos dias de calor insuportável. Fiquei doente, 3 dias sem trabalhar. Agora estou aqui, hehehe, refém da chuva que cai torrencialmente... não consigo sair pra ir trabalhar. Tudo está alagado...

sábado, março 18, 2006

Mãe...

“Há uma diferença entre angústia e tristeza. Angústia é uma sensação de perda iminente. Tristeza é uma constatação de que a perda é irreversível”.

Frase retirada do blog: "Correndo com lobos".

Tudo a ver com os fatos transcorridos no dia de hoje... Nada muda... Tem gente que não muda... Parece que só veio ao mundo para usar os outros e fazer sofrer...

Mãe, gostaria que vc pudesse ler isso e tivesse uma resposta, porque conversar com vc é algo do qual desisto. Será que um dia vc amou alguém nessa vida?

Acho que definitivamente, vc precisa se tratar...

Quanto mais eu procuro explicações, menos eu consigo lidar com vc, mãe... Por que tem que ser assim? Por quê?!

Meu Deus, já senti tanto a sua falta, já quis tanto que fosse diferente... Agora já não sei mais, tá calejando... Já não faz mais diferença. Você nos deu sua falta e agora? O amor, o carinho, a confiança... tudo isso é muito delicado, é como um cristal e vc quebrou alguma coisa aqui dentro. E seja lá o que for, eu estou me recuperando e vai chegar uma hora que ninguém mais vai dar pela sua falta. Mãe, se cuida, porque as pessoas não gostam de ser usadas. Tudo cansa... Tudo passa...

Até as boas lembranças de um passado longínquo estão ficando cada vez mais escassas. O presente está muito forte e bem difícil de suportar. Não quero esquecer que vc é minha mãe. Quero que vc aceite a felicidade, não nos dê as costas e não nos force a fazer o mesmo com vc...

Mãe, seja feliz, se cuida... Seja nossa mãe... Será que vc tem noção do mal que faz a mim e a minha irmã? Será que vc tem noção do que fez hoje com sua filha? Com sua neta?

Mãe... mãe... que Deus te abençõe e te acompanhe. Você está precisando muito. Rezo por vc, pois diálogo é algo impossível novamente...

terça-feira, março 14, 2006

Nunca mais...

Nunca mais aquele olhar cativante, aquele sorriso sincero, o abraço envolvente, o amor verdadeiro. A confiança, a verdade, o carinho, a aproximação honesta.
Nada mais será como antes...
Será que o antes realmente existiu? Ou foi fantasia da minha cabeça? Ilusão?
Não quero desvendar o antes, porque ele é tudo o que eu tenho, é todo o meu tesouro, minha base.
Não, algo TINHA que ser real.
Que seja real o passado, porque o presente, este sim, pode ser irreal, surreal...
Doiria menos... mas dói? Ainda dói?
Não sei, há dores com as quais acostumamos a conviver e parece que nem existem, até que...
Felizmente a vida nos oferece outras dores, outros amores, outros prazeres.
E é aí que consiste a maravilha de viver, ou angústia, depende do ponto de vista. Saber que cada dia é único, que aquilo que importa hoje, amanhã talvez não faça a menor diferença e que aquilo que não fez a menor diferença, hoje seja VITAL...


P.S. Queridinha, o final de semana foi realmente maravilhoso! Já estou com saudade. Nossas comprinhas em "Beverly Hills" foram ótimas!!!

sábado, março 11, 2006

Neruda

Não me temas, não caias de novo em teu rancor.Sacode a minha palavra que te veio ferir e deixa que ela voe pela janela aberta.Ela voltará a ferir-me sem que tu a dirijas,porque foi carregada com um instante duro e esse instante será desarmado em meu peito.
Trechos da poesia “O Poço” de Pablo Neruda.

Acabei de pegar essa poesia no meu orkut e gostei muito...

quarta-feira, março 08, 2006

Dia internacional da mulher

Mulher
É mesmo interessante
Mesmo brava, é linda.
Mesmo alegre, chora.
Mesmo tímida, comemora.
Mesmo apaixonada, ignora.
Mesmo frágil, é poderosa.
Recebi essa mensagem hoje lá na escola e divido com todas vocês!!!
COMO É DOCE SER MÃE:
No shopping, vou ao banheiro com a Luíza. Tranqüilamente ela faz seu xixi. Em seguida, lhe digo:
- Espera aí um pouquinho que agora é a mamãe.
- Você vai fazer xixi? - Indaga minha princesa.
- Vou...
- Ah... quero ver.
- Não filha, fica aí quietinha...
- Quero ver!
Finjo que não ouço e continuo o que estou fazendo, meu ingênuo xixizinho...
Ela olha, sorri e grita:
- Que lindo o xixi da mamãe!!!

domingo, março 05, 2006

TPM

Que inferno mensal... meu Deus que tortura. Ninguém merece sofrer tanto assim... Doem os seios, a irritação é constante, marido passe longe, sogra então, nem me olhe... Enjôo das pessoas, mesmo as mais queridas, não quero ver nada, não quero falar com ninguém... Quero um lugar bem distante, onde não precise conversar, ser educada, ter modos. Onde não precise me controlar na hora de falar um palavrão simplesmente porque lá não haveria NINGUÉM e ABSOLUTAMENTE NADA me aborreceria...
Pra ajudar, hoje a filhota acordou com uma baita febre, criança doente já viu, é aquilo...
Pensando nesse inferno astral mensal de toda mulher, li um artigo no blog "La Ragazza" e copiei. Realmente, tem TUDO a ver...

"Mais um dia daqueles
O inferno são os outros
O peso da mão do meu namorado acordou diferente naquele dia. O que era aquilo que ele estava fazendo em mim? Carinho? Sai, me larga, não tá vendo que você está ensebando toda a minha escova e desarranjando o meu cabelo?
Justo o meu cabelo. Você sabe quanto tempo leva para a franja lateral ficar do jeito que eu gosto? Você sabe o trabalho que dá ter um corte de cabelo com franja lateral? Ou você toma todo o cuidado do mundo ou acorda a cara do Chitãozinho. Que beijo no pescoço o quê? Fica aquele cheiro de cuspe depois, um horror.
Ele levanta da cama bufando. Muito mais difícil do que comer uma mulher difícil é comer uma mulher num dia difícil. Os meus seios ficam lindos quando estou para menstruar, mas dessa vez ele toma um banho frio para espantar outro tipo de desejo, o de me espancar.
É incontrolável te odiar hoje, meu amor, dá para entender, querido? É incontrolável não ser irônica hoje, chuchu.
Na academia reparo em todas as bundas duras e fico tentando adivinhar o QI das vacas. De tanto olhar para as bundas alheias perco completamente a seqüência dos exercícios, me olho no espelho e vejo uma pata perdida no meio de bundas duras e perfeitas.
Concentração, coordenação e amor-próprio inexistem nesses dias. Só há espaço para neuroses, como bundas duras e cabelos lisos. E essa professora maluca, por que fica gritando AULAAA de cinco em cinco minutos? Nós já não estamos aqui, fazendo a porra da aula? Se é para incentivar ela deveria gritar HOMENS, que é o que vamos conseguir com bundas duras. Ou então DINHEIROO, que também anima e é mais fácil conseguir com uma bunda dura.
Esqueci os chinelos. Sua puta esquecida de bunda mole, como você pode esquecer o chinelo? Agora vou ter de pisar nesse chão cheio de cabelos, aiaiaiai. Agora você escolhe: ou pisa nesse chão, ou vai trabalhar sem tomar banho. Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três. Sei lá o que fazer, assim como a memória, decisão inexiste nesses dias. Tomo banho odiando o chão que piso, sabendo que assim vou permanecer por mais três dias.
No caminho ao trabalho sou tomada por uma intensa ansiedade exagerada, típica desses dias, e tenho a real impressão de que estou parada no mesmo lugar há três horas. Sentindo escorrer pela nuca um suor assassino começo a procurar o culpado pelo trânsito. Quem foi o filho-da-puta que sofreu um acidente e parou com a porra da avenida? Onde está a perua kombi clandestina que quebrou? Tomara que seja apreendida. Cadê o culpado, cadê? Motoqueiros, taxistas, playboys e tias barbeiras, qualquer um pode ser o culpado, todos são culpados. O mundo é culpado.
Quero gritar, aumento o rádio. Ah, não, Djavan hoje não vai dar, vou jogar esse CD pela janela. Romance, amor, melação, só tem corno nesse mundo mesmo!Chego ao trabalho. Já entro sem dar bom-dia que é para que todos saibam que hoje não é um bom dia para mexer comigo. Já entro curvada e esbaforida que é para que vejam que estou cansada, não me venham com muito trabalho.
Já entro com cara de choro que é para que me papariquem. A carência nesses dias é tão grande que cada célula do seu corpo parece estar vazia, cada ombro ganha cara de muro das lamentações e cada pessoa sentada parece ser um colo gigante para você deitar. Não vai me dar bom-dia estagiária? Não, seu idiota, não vou te dar nada, muito menos bom-dia, desista, cresça, bata uma punheta. Olho os e-mails, sempre a mesma merda: textos utópicos e babacas que acompanham imagens felizes e insuportáveis do image bank, correntes de oração pela paz que não existe e nunca existiu, ex-namorados com saudade (lê-se vontade de dar uma sem grandes investimentos) charges horrorosas da seleção, feia pra cacete, do Brasil, amigas chatas reclamando que estão se sentindo sozinhas depois que acabou a faculdade (elas que são chatas e a culpa é que acabou a faculdade), e nenhum, nenhum e-mail daquele filho-da-puta, o único e-mail que você queria receber, ele que se foda também.
Mesa cheia de trabalho, cheia de contas para pagar, nada disso importa, uma espinha imensa nasceu no meio da sua testa, bem no meio, não dá nem para disfarçar com a franja lateral. O celular toca, é ele, ou melhor, é uma proposta de emprego com tudo a que se tem direito, inclusive sexo casual com o mais inteligente e charmoso da agência. Nada disso, é só a minha mãe com todo o seu amor incondicionalmente materno, aquele que é impossível de corresponder, ainda mais nesses dias. Claro que sou grossa com ela, claro que me odeio por isso depois.
Almoço cercada de cigarro, as únicas pessoas que combinam com a minha alma nesses dias são as fumantes, reclamonas, estressadas, ansiosas e a um passo da morte. Elas me aturam sem notar que acabaram de exercer a tarefa mais difícil do dia. Volto pra casa chorando, claro que arrumei briga com alguém, não lembro quem foi, mas ele me paga. Claro que fui injustiçada, não lembro por quem, mas tem volta. Claro que ele não me olhou, eu não estava olhando pra ver, mas tenho quase certeza de que fui ignorada. No final do dia um alívio, consigo dormir um pouco mais em paz. Não, não foi a menstruação que chegou, foi o Thirso que saiu, foi eliminado do Big Brother Brasil, agora só falta me livrar da Cida."
Revista TPM

sexta-feira, março 03, 2006

Deprê

Hoje tô assim...deprê. Estou aqui enrolando para ir tomar banho, tenho compromisso: Noite do Soninho na escola, é, vou dormir lá com meus pimpolhos... A Lu também vai.
Acho que tô deprê porque estou de TPM, e amanhã vou arrancar o dente...
Sei lá... depois passa, né?